Atleta cubano de handebol abandona Vila do Pan para procurar trabalho no Brasil  (Mídia, Política e Sociedade) escrito em domingo 15 julho 2007 15:56

* ..::MÍDIA, POLÍTICA E SOCIEDADE::.. *
Por Gabriel Vinicios

Palavras Chave: Cuba, Pan-americano, Brasil, São Caetano, Atleta, Comunismo, Fuga.
                                                                               MÍDIA, POLÍTICA  E SOCIEDADE-> Por Gabriel Vinicios

CUBANO FOGE DA VILA PAN-AMERICANA
Por Gabriel Vinicios


  ´´De acordo com informações da Rádio CBN, o atleta Rafael Capoti, da
seleção cubana de handebol, fugiu da Vila Pan-Americana e abandonou na quinta-

feira a delegação para jogar no time Santa Maria de São Caetano do Sul, no ABC paulista.

No entanto, como como o time brasileiro já tem dois estrangeiros, inclusive um

cubano, Capoti não pôde ficar em São Caetano. A delegação cubana afirmou que caso o jogador tente voltar para a Vila, ele poderá ser preso. 
                                                                                                ``


FONTE: http://odia.terra.com.br/pan2007/htm/geral_110766.asp



Bandeira de Cuba: Todos querem fugir.       Como vimos, a cena se repete: basta haver uma competição fora de seu país e sempre algum atleta cubano aproveita a chance e foge, para não ter de voltar à ilha de Fidel. E ainda tem gente que acha Cuba um paraíso na Terra...

Grande abraço a todos, fiquem com Deus e longe de Cuba!

In corde Jesu, semper,
Gabriel.

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Comunismo - em Cuba; Piada assombra país comunista.  (Mídia, Política e Sociedade) escrito em segunda 09 julho 2007 23:37

* ..::MÍDIA, POLÍTICA E SOCIEDADE::.. *
Por Gabriel Vinicios

Palavras Chave: Comunismo, Cuba, Norte, Capitalismo, Lierdade, Tirania, Ditadura, Totalitarismo, EUA, Fidel Castro, Raul Castro, Enviado, Estadão. 
                                                 MÍDIA, POLÍTICA  E SOCIEDADE-> Por Gabriel Vinicios, citando ESTADO

COMUNISMO - CUBA: SER COMUNISTA VIROU MOTIVO DE RISO
Por Gabriel Vinicios, citando Estado de São Paulo.



Piada comunista assombra Cuba - Estado
´´Em meio às dificuldades, população empobrecida ri do regime e deseja que Fidel se vá, mas

teme que venha alguém pior


Claudio Mafra, especial para o Estado

Havana - Chegando ao ótimo hotel Casa Grande, em Santiago de Cuba, vejo que um amigo já conseguiu uma mesa na varanda e está conversando com três moças. Puxo uma cadeira, olho para elas e faço a pergunta fulminante: 'Vocês são comunistas?' Alguns segundos de colossal espanto. Logo depois, as três caem em gargalhadas beirando o histerismo, uma coisa tão contagiante que nós também nos sacudimos de rir. Quando perguntei: 'Por que vocês riram?', a mais esperta respondeu: 'Pela mesma razão que vocês!'

A pergunta, tão crua, forte, soou estranha porque em Cuba se evita essa palavra. Preferem 'revolucionários'. Ao usar 'comunismo' eu enfatizei a desgraça que estão vivendo. Ainda rindo, uma das moças põe as mãos na testa e diz: 'E eu ensino História Cubana!' Mais gargalhadas. Impossível um quadro mais claro: o regime cubano é uma piada sinistra. Depois elas nos contam sobre os filhos, que aos 15 anos de idade têm de entrar para o partido ou serão considerados 'contra-revolucionários'.

Em minha viagem - a segunda em oito anos -, entrevistei 56 pessoas, e apenas 3 se manifestaram a favor do regime. Afinal, já são 48 anos de ditadura, e Fidel não quer largar a rapadura, de jeito nenhum. Além de escapar da CIA, parece que sua lendária auto-estima o torna capaz de derrotar qualquer doença.

Na cidade de Santiago consegui achar um ótimo interlocutor, o Noel. Enquanto come o melhor almoço de sua vida (lagosta, paga por mim, claro) e sem nenhum medo de falar, ele vai respondendo de uma maneira tão franca que por momentos cheguei a pensar que seria um agente do governo me fazendo de bobo. 'Fidel é rico?', indaguei, pensando em contas bancárias na Suíça. 'Claro', respondeu Noel. 'Ele é o dono de 11 milhões de pessoas, das casas, dos carros, dos hotéis, deste restaurante e de tudo que você está vendo.'

Noel logo começa a explicar de que maneira o ditador se livrou dos outros revolucionários para ficar sozinho no poder. Vai movimentando o saleiro e os garfos, como se fossem peças de xadrez. Um dos outros é Che Guevara, outro mais é Camilo Cienfuegos, e assim ele vai contando os estratagemas de Fidel. Sobre Cienfuegos, que morreu em um mal explicado desastre de avião, Noel diz que existe uma expressão em Cuba: 'Cara, você é mais misterioso do que a morte de Camilo.'

SENHA

O meu descontraído informante, quando se refere ao Comandante, passa a mão no queixo, fazendo um cavanhaque imaginário, e explica, rindo, que é a senha que as pessoas usam para não dizerem seu nome. 'E o serviço médico?', pergunto. 'Você tem de esperar dois, três meses na fila para ser atendido.' Bem, nada diferente do Brasil. A pergunta: 'Como é que os cubanos estão vendo a doença do Fidel?' A melhor das respostas: 'Lembra-se de quando ele caiu e machucou a perna? As pessoas diziam: 'Caiu, caiu!'' - e Noel estampa um enorme sorriso. Para não fugir à regra, ele também não sabe quantos filhos Fidel tem, se está casado, e assim por diante.

Os cubanos querem que El Comandante os deixe, mas ao mesmo tempo têm medo de que venha alguém pior. Raúl pode ser pior. Uma moça resume tudo quando me alerta sutilmente que 'existem muitos comandantes'. Poucas pessoas ainda se iludem com o sistema. As bombásticas frases pintadas nas paredes exaltando a revolução se tornaram cansativas e até infantis. Os cubanos estão fartos de ser 'revolucionários', estão desiludidos, desesperados por uma mudança. Nas cidades, uma das fontes da consciência de seu drama é o turismo. Eles são humilhados pelo apartheid do turismo: de um lado os turistas, que tudo podem, e do outro os cubanos, que não podem nada.

DUAS MOEDAS

Para começar, há duas moedas em circulação. Entre os cubanos circulam os pesos. Entre os turistas, os 'convertibles'. Um convertible (US$ 1,20) vale 25 pesos, sendo que os salários no geral variam de 125 pesos ao mês (faxineiros) até uns 600 pesos (médicos, militares). Isso significa que um médico ganha por volta de 25 convertibles ao mês. O mais comum é um trabalhador ganhar 250 pesos.

O cubano, passando pela rua, pode ver a mesa do restaurante onde um turista com sua família está gastando 50 convertibles em um jantar, ou seja, o que ele ganha em cinco meses de trabalho. Dos dois lados o constrangimento é total. Desse modo, os cubanos vivem de forma humilhante em um mundo à parte, não podendo desfrutar dos prazeres que seu país proporciona, reservados apenas aos turistas.

Estar ligado ao turismo é uma das melhores opções para os cubanos porque eles recebem 'propinas', ou gorjetas. São escolhidos os mais qualificados, ou aqueles com maior apadrinhamento político. Uma gorjeta de US$ 2, quase 50 pesos, representa cinco dias de trabalho num emprego de rendimento médio.

VACAS ESTATAIS

Aluguei um carro e não perco nenhuma oportunidade de dar carona ('botella') nas estradas do interior de Cuba. Quanto mais longo o trajeto, mais as pessoas ganham confiança e desabafam. Três jovens estão no banco de trás do Peugeot e e o assunto são as vacas que vemos pastando, solitárias, já que não há nenhum rebanho. Uma mocinha e um rapaz se inflamam nas críticas ao sistema e o terceiro está apavorado, louco para sair do carro. 'São 25 anos de prisão se alguém matar uma vaca!', grita a mocinha. O rapaz dá os detalhes. A mocinha continua, exaltada: 'A carne é para vocês, turistas, nós não podemos, é muito caro!'

Fico sabendo que a vaca não é de seu suposto dono. São vacas estatais. A vantagem para o 'dono' são o leite e o queijo, que ele pode vender. Quando nasce um bezerro ele paga uma taxa. Mais tarde, entrou um 'dono' de vaca no carro, com o leite e tudo. O regime não é tão duro assim. São apenas 5 anos de prisão se ele ficar louco e matar a vaca, mas se for um estranho são mesmo 25 anos. Com cabras, porcos e galinhas, a lei não se importa.

No famosa cidade de Varadero, há muitos cubanos hospedados em hotéis de qualidade inferior. A conta é paga pelo Estado. São os 'vanguardias', trabalhadores que se destacaram em seus serviços e foram beneficiados pelos 'estímulos' dados pelo governo. Parece que esses campeões do trabalho também têm direito a três dias de lua-de-mel. Ainda há o estímulo em pesos, ou mesmo convertibles para aqueles que nunca faltaram ou chegaram atrasados, o que é chamado de 'idoneidade'. Uma mulher e sua mãe, perfeitamente à vontade, me contam que estão no hotel porque têm uma tia que é figura importante na província.

Quando você vê cubanos em cafés ou restaurantes de turistas, a melhor explicação é a de que eles são os privilegiados que recebem dólares remetidos do exterior por algum parente que conseguiu fugir de Cuba, ou por alguém que recebeu um convite para morar em outro país - coisa dificílima, cheia de problemas burocráticos.

'JEITINHO' CUBANO

O chofer de táxi fica me esperando, mas antes desliga o taxímetro. Quando volto, ele pede que eu me sente no meio do banco: 'Se o senhor se sentar perto de janela, um sensor aciona o taxímetro e o dinheiro vai para a empresa. Acontece que preciso de algum para mim mesmo.' Ótimo, vamos ajudar o rapaz a enganar a ditadura.

Sempre me impressionam os velhos sentados em muros, ou no passeio ao lado da rua, pensativos, olhar distante. Estão em todos os lugares das cidades. Será que se sentem culpados pelo que aconteceu a seu país? Será que lutaram ao lado de Fidel e agora se arrependem? Impossível puxar conversa com eles, pois não abrem a boca.

É difícil aceitar Cuba socialista. É muito diferente do que foi, por exemplo, o Leste Europeu durante o império soviético. Lá o clima era tenso, as pessoas eram duras, falavam línguas estranhas, sentia-se muito mais a brutalidade do regime. A dificuldade de comunicação colocava um muro entre os poucos turistas e a população do país. É dificil se acostumar com o fato de que a tragédia da Europa Oriental, tão distante, aconteceu aqui, nos trópicos, com um povo tão gentil falando uma língua quase igual à nossa. Também é perturbador constatar que, em sua maioria, os cubanos têm consciência dos crimes e das violências de seu governo - e de quanto ele é ridículo.

ÓPERA-BUFA

Agora estão assistindo, entusiasmados, à novela dublada Cabocla, da Globo. Existe uma atmosfera romântica que ficaria melhor com uma ditadura estilo ópera-bufa, como a de Fulgencio Batista, derrubado por Fidel. No Museu da Revolução vi uma foto em que Batista aparece com seus ministros. Todo mundo de terno branco. Só faltava a dançarina Ninon Sevilha rebolando ao lado. Ele era igualzinho a um cantor de bolero.

Muito irônico que Fidel, nos primeiros momentos da revolução, tenha se referido às prostitutas ao dispor dos americanos. Hoje, existe uma indústria de turismo sexual, com os cafetões abordando você na rua e oferecendo suas mulheres diante de todo mundo. Quem diria...

Em Havana, Hemingway escreveu Por Quem os Sinos Dobram quando se hospedava no Hotel Ambos os Mundos. Seu quarto está como ele o deixou. A cama, a máquina de escrever. Tudo tão simples, tão pobre. Revolucionou a prosa no mundo e terminou se suicidando.

Na parede puseram um retrato do pescador Santiago, a grande figura que aparece em O Velho e o Mar. O livro de visitas tem a assinatura da linda Mariel Hemingway, em 12/8/99. Papa Hemingway já foi a ponte que os cubanos possuíam para o 'homem bom' do regime capitalista. Sua casa é atração turística, os bares que freqüentava são famosos, seus drinques favoritos são célebres.

RESTAURAÇÃO

La Habana Vieja é muito bonita. Está sendo toda restaurada com dinheiro da Unesco. Palácios, casas coloniais espanholas, tudo preservado. Quando um prédio não resiste e desaba, eles fazem uma praça no lugar. Gente interessante passou por Havana: Bolívar, Humboldt, Juárez, Garibaldi. Até Eça de Queiroz morou na Calle Obispo. É muito bom ir passeando e tomando daiquiris e mojitos de bar em bar, ouvindo os sensacionais músicos.

Sobre os famosos carros americanos antigos, só posso dizer que são maravilhosos. Enfeitam as cidades, são marca registrada de Cuba. Estou sempre dentro de um deles.

Os charutos são oferecidos no mercado paralelo. Comprei os tradicionais Romeo y Julieta por US$ 35. Mostrei para muitas pessoas e todas me disseram que eram verdadeiros, mas um profissional não se deixou enganar: 'Não são legítimos.' Quando eu disse que assim mesmo eram ótimos, ele matou a questão: 'Claro, são cubanos.

                                                                                                                                ``




Fonte: http://www.estado.com.br/editorias/2007/07/08/int-1.93.9.20070708.7.1.xml ?


Comentários idem ao artigo abaixo.

Abraços,

In corde Jesu, semper,
Gabriel.

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Comunismo - na Coréia do Norte  (Mídia, Política e Sociedade) escrito em segunda 09 julho 2007 23:22

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Por Gabriel Vinicios

Palavras Chave: Comunismo, Coréia, Norte, Capitalismo, Lierdade, Tirania, Ditadura, Totalitarismo.
                                                            MÍDIA, POLÍTICA  E SOCIEDADE-> Por Gabriel Vinicios, citando G1

COMUNISMO - CORÉIA DO NORTE: RÁDIO DE SEUL FURA BLOQUEIO E TRANSMITE À CORÉIA DO NORTE
Por Gabriel Vinicios, citando G1.


  ´´Freqüentemente atacada pela comunidade internacional por causa do seu

programa nuclear, a Coréia do Norte tem enfrentado um inimigo que é potencialmente ainda mais perigoso para seu regime ditatorial: uma rádio dissidente que diariamente manda notícias da Coréia do Sul para o país comunista.

A emissora Free North Korea fica num local afastado, praticamente escondido, num prédio feio na periferia de Seul. Mas suas transmissões atingem pelo menos 30% dos ouvintes de rádio do país vizinho, segundo estimativas dos jornalistas que fazem a programação. Dessa forma, ela acerta em cheio o coração do hermético regime, que é sustentado em boa medida graças a seu absoluto isolamento.

"Temos até um correspondente em Pyongyang que entra ao vivo duas vezes por semana", disse ao G1 um dissidente norte-coreano que trabalha como jornalista na emissora desde 2005. Com medo de represálias do governo, ele não pode se identificar. "Sinto muito, mas não posso dizer meu nome e minha imagem não pode aparecer na sua reportagem."

Durante a entrevista que concedeu ao G1 na redação da rádio, o jornalista fez um presságio assustador do que poderia acontecer na Coréia do Norte nos próximos meses.
"Atualmente há uma luta feroz pelo poder. A disputa gira em torno de quatro pessoas próximas a Kim Jong-il (atual líder). Se ele morresse hoje, poderia acontecer uma guerra civil no país", afirmou.

Segundo o jornalista, a emissora começou a funcionar em 2004, com ajuda financeira do Departamento de Estado dos Estados Unidos e de anunciantes sul-coreanos, além de cidadãos norte-coreanos.

A rádio já ficou bem conhecida na Coréia do Norte. Num documento escrito pessoalmente por Kim Jong-il, que acabou chegando aos jornalistas, o líder comunista disse que os "desertores que traíram o partido" e estão fazendo propaganda anti-norte-coreana "não devem ser perdoados pelo nosso povo". E avisou: "Nosso governo punirá os responsáveis por esse ato estúpido."

Clique aqui para acessar o site da rádio coreana.

Leia a seguir trechos da entrevista.

G1 - Quando e por que o senhor deixou a Coréia do Norte?

Resposta - Eu saí de lá em 2004. Fiquei oito meses na China, depois fui para a Mongólia e de lá passei para a Coréia do Sul. Cheguei aqui em setembro de 2005. O que posso dizer é que eu era leal ao regime e fui traído. Então decidi fugir e mostrar para meus compatriotas as atrocidades que o governo norte-coreano está cometendo.

G1 - É possível saber quantas pessoas ouvem a rádio? Que tipo de notícias são transmitidas?
Resposta -
Não sabemos exatamente quantas pessoas nos escutam porque quase todos nossos ouvintes estão na Coréia do Norte. Mas fizemos uma estimativa e achamos que 30% dos ouvintes de rádio do país estão nos ouvindo. As notícias são todas sobre a Coréia do Norte, passamos para eles o que sabemos por aqui, fazemos comparações com a Coréia do sul e falamos sobre as pessoas que saíram de lá e como elas vivem hoje. Também temos analistas e dissidentes que fazem comentários durante a programação.

G1 - Qual é a situação da população? Como as pessoas estão enfrentando as dificuldades do dia-a-dia?
Resposta -
As pessoas continuam sentindo os efeitos da crise alimentar dos anos 90 porque a economia ainda não foi reativada. A ração de arroz, que o governo dá à população, não foi normalizada desde a crise. Na Coréia do Norte, se você trabalha, tem direito a uma quantidade de arroz por mês. Mas o governo não está conseguindo fornecer comida nem para as pessoas que trabalham. Para você ter uma idéia: um quilo de arroz custa 950 won norte-coreanos, enquanto que a média salarial do país está em torno de 1500 won por mês. Portanto, para todo o mês, uma pessoa pode comprar 1 quilo e meio de arroz. Como conseqüência, os norte-coreanos estão vendendo seus pertences para poder comprar comida e já há um enorme mercado negro no país.

G1 - O governo norte-coreano costuma dizer que os sistemas de educação e de saúde funcionam perfeitamente e que todos os cidadãos têm acesso a eles.
Resposta -
Não é verdade. Isso acontecia nos anos 60. Hoje sabemos que ambos são extremamente pobres. Na Coréia do Norte, a população costuma dizer que o sistema é excelente, e que faltam apenas três coisas: remédios, hospitais e médicos. O sistema de educação também está enfrentando sérios problemas. Não há computadores e, na maioria das escolas, os alunos simplesmente se sentam numa sala ou ao ar livre sem cadernos ou material escolar.

G1 - Os norte-coreanos podem viajar para fora do país?
Resposta -
Não.

G1 - O que o senhor sabe sobre o estado de saúde de Kim Jong-il? O que pode acontecer no país caso ele morra?
Resposta -
Ninguém sabe exatamente o que está acontecendo com ele. O fato é que há muitos anos ele sofre de diabetes e problemas do coração. Há pouco tempo ele foi até a China se tratar. Achamos que sua condição simplesmente se agravou devido a esses problemas que ele já tinha. Parece que não é uma doença nova. Em relação à situação política, nossos colaboradores estão dizendo que, se Kim Jong-il morresse hoje, haveria uma crise muito séria na Coréia do Norte. Agora mesmo há uma luta entre quatro poderosas forças políticas: Kim Pyong-il, o irmão do líder; Kim Jong-nam, seu filho mais velho; Kim Jong-choi, o outro filho, e Jang Song-Taek, o cunhado de Kim Jong-il. Essas quatro pessoas estão envolvidas numa luta feroz pelo poder e é possível que haja uma guerra civil se ele morrer. É tudo muito incerto.

G1 - Como os norte-coreanos vêem os americanos e os sul-coreanos?
Resposta -
O governo é totalmente contra os Estados Unidos e a Coréia do Sul. Eles acusam os americanos de imperialismo e falam que a Coréia do Sul é uma marionete dos EUA. No entanto, os cidadãos têm uma visão bem diferente. Eles acreditam que a Coréia do Sul é o país irmão deles. E não acreditam em muitas das coisas que o governo diz sobre os americanos. Durante a grave crise alimentar dos anos 90, os EUA mandaram muita ajuda, muito arroz, para a Coréia do Norte. A população sabe disso. A opinião das pessoas tem mudado bastante.

G1 - É possível saber o número de dissidentes? Qual a situação deles?
Resposta -
Calculamos que existam cerca de 200 mil dissidentes norte-coreanos mundo afora. Há muitos na China que estão passando por sérias dificuldades. Sabemos que pelo 15 mil estão sendo deportados, por ano, da China para a Coréia do Norte. Por esse número você pode ter uma idéia de quantas pessoas estão tentando sair do país.

G1 - Como o senhor definiria o tipo de regime da Coréia do Norte?
Resposta -
É uma ditadura fascista.                                                                                             ``





Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL54886-5602-2585,00.html





       Precisa de comentários? A palavra intuição, de acordo com Mário Ferreira dos Santos, vem de "intus ire", ou seja, literalmente significa ir para dentro. Designa uma percepção dos fatos que é apreendida de forma direta pela consciência, sem precisar de outros meios para tal, como o raciocinio ou a experiência.

       Os fatos do texto são intuitivos. Não é necessário o mínimo de inteligência para enxergar a lástima que é o comunismo. Isso significa que aqueles que ainda seguem essa ideologia, o fazem por questões patológicas e psicossomáticas, e não mais por burrice crônica, como até pouco tempo eu acreditava.

Grande abraço a todos, fiquem com Deus,

In corde Jesu, semper,
Gabriel.

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Desfazendo mitos econômicos  (Mídia, Política e Sociedade) escrito em segunda 09 julho 2007 23:09

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Por Gabriel Vinicios

Palavras Chave: Capitalismo, Comunismo, Economia, Marx, Mitos, Empresário, Gerente, Trabalho, Exploração, Luta de Classes, Conde, Liberlaismo, Livre Mercado.
                                        MÍDIA, POLÍTICA E SOCIEDADE-> Por Gabriel Vinicios, citando Leonardo Bruno

DESFAZENDO MITOS ECONÔMICOS: MEU FUNCIONÁRIO, ESSE EXPLORADOR CAPITALISTA!
Por Gabriel Vinicios, citando Leonardo Bruno



Chaplin dramatizando o operárioQ
uando um acadêmico

médio reverbera as injustiças do capitalismo, percebe-se em seu discurso um total senso de desproporções. Há um abismo entre o que ele prega e o que realmente ocorre no cotidiano. Os lugares comuns de sua fala são estereótipos maniqueístas, forjados a partir de um imaginário fictício de uma ideologia: o empresário é um explorador malvado e o assalariado é vitima da exploração, que implora ao Estado socialista toda proteção paternal, servil e redentora. A figura do capitalista e, mesmo do assalariado, é fantasiosa. O mito comum alardeado pela militância acadêmica é a de um burguês de cartola, que não faz nada e espera até o final do expediente, sugando o trabalho do empregado. Mal sabem tais indivíduos o quanto é custoso, dispendioso e arriscado abrir uma empresa; que a atividade empresarial só funciona com uma boa administração; e que o capitalista arrisca uma boa parte do seu tempo e recursos, para pagar todos os custos de seu investimento. Ser um capitalista é, acima de tudo, um ofício metódico, sistemático, tedioso, que exige paciência e dedicação. Há empresários que não conhecem férias; outros, mal vêem a família. E uma boa parte desses trabalhadores é o primeiro a entrar e o último a sair da empresa. Sem contar o peso dos impostos, encargos e aborrecimentos que o empresário é capaz de agüentar, tanto do Estado, como de empregados e consumidores. Tudo está na sua mão. Ele sente o peso das responsabilidades de agradar ao consumidor, tanto quanto pagar seus funcionários. E só depois de todo esse esforço, ele consegue lucrar no final do mês.


Porém, a fantasia em torno do conforto do capitalista é só uma parte da coleção de mitos; nem todo empresário vive num mar de rosas e de riquezas. As pequenas e médias empresas familiares sofrem muito pra sobreviverem no mercado. Quase todas elas imploram por consumidores, “Volte sempre”, “obrigado pela preferência”, disputando clientes no tapa. Até porque a classe acadêmica socialista não contabiliza os autônomos, que embora pobres, são também empresários. Um camelô, um vendedor de quinquilharias ou mesmo um marchante é tão negociador e empresário quanto um grande industrial ou dono de uma rede de supermercados. Ha vendedores de bombons, pipoqueiros e outros mascates de rua que contraram pessoas. A diferença básica está tão somente na acumulação de capital e no crescimento da empresa. Daí tira-se outra tolice universitária: a de que as empresas bem sucedidas sempre foram grandes conglomerados econômicos. É como se as empresas tivessem alguma geração espontânea.

Os empresários, em geral, são homens práticos, empíricos. A grande maioria não conhece as teorias dos acadêmicos. Muitos nem fazem idéia de noções básicas de economia ou de seus conceitos. Todavia, a capacidade intuitiva deles de saberem explorar as boas oportunidades e criar perspectivas no deserto é realmente assombrosa. Este, talvez, seja o segredo de qualquer sucesso empresarial. Empreender é a capacidade de analisar oportunidades onde ninguém as vê. Ou melhor, que muitos podem ver, mas poucos são capazes de se arriscar. É aquilo que, pomposamente, alguns economistas chamariam de “expectativas racionais”. O livre mercado funciona assim. . .

A grande maioria das grandes empresas e das multinacionais nasceu de alguma sarjeta de subúrbio. Quem imaginaria, um dia, que a pizzaria Hut ou mesmo a Macdonald´s, no inicio de suas operações, seriam multinacionais? Quem diria que a empresa do Sr. Samuel Klein, um judeu miserável do gueto de Varsóvia, criaria uma grande empresa, através da mera venda de porta em porta a retirantes nordestinos de São Paulo? Por falar em judeus, os semitas, entre os quais, incluem-se os árabes, criaram ricas empresas do nada, através da venda de porta em porta, de casa em casa. Aqui no Pará eram chamados de“prestação”, porque viviam de vendas a prazo de suas quinquilharias. Hoje são famílias ricas, donas de grandes lojas e armarinhos.

Aqui há outro mito que é destruído: a de que as famílias burguesas são aristocráticas. A divisão intransponível entre capitalistas e assalariados, na visão marxista, não somente é fora da realidade, como sua repetição é fraudulenta, para dizer o mínimo. Na verdade, há bem menos diferenças de origem social entre burgueses e proletários. Na prática, qualquer indivíduo pobre pode ser um empresário, se tiver dons para isso. Como também nem sempre é uma grande empreitada de riqueza ser empresário. Um assalariado de uma multinacional, entre os quais, grandes executivos, ganha bem mais do que milhões de empresários no mercado. Isto se for dito que metade da população ativa norte-americana é dona de ações no mercado, sendo assalariadas e capitalistas ao mesmo tempo.

E onde essa mistura se insere na realidade brasileira? Eu vi um exemplo clássico disso na loja da minha mãe. Há um funcionário, que a despeito de sua instrução limitada, tem o dom do empreendimento. Certo dia, teve uma idéia interessante: como era época de eleições, ele conhecia muitos militantes do PT e queria vender as famigeradas estrelinhas vermelhas. Os preços de Belém era proibitivos para revenda e ele pediu uma forma de empréstimo peculiar: meu irmão comprou a tal mercadoria, bem mais barata, na internet, através do cartão de crédito. O funcionário ficou de pagar o valor do cartão somente no dia do vencimento, enquanto venderia o produto por preços mais baratos de mercado. Conseguiu lucrar horrores com os fanáticos petistas. Ele torcia pelo segundo turno das eleições presidenciais, não tanto por morrer de amores por Lula ou Alckmin, e sim pelo interesse do vil metal, comercializando as estrelas. Pecunia non olet, “dinheiro não cheira”, já dizia a máxima romana, e os empreendedores são indiferentes à ideologia. O importante é que paguem. Mesmo que for a corda que vai enforcá-lo, como diria Lênin.

Como um burguês honesto, o funcionário da minha loja capitalizou as rendas e pagou suas contas em dia para meu irmão. Isso é apenas uma parte da história. Com o dinheiro capitalizado das estrelinhas, o funcionário teve outra idéia interessante: mandou fazer bandeiras vermelhas e amarelas; umas, para os correligionários do PT, e outras, para os militantes tucanos do PSDB. Comprou panos vermelhos e amarelos e contratou umas costureiras para fazer o serviço. Feito as bandeiras, vendeu mais ainda, pagou as costureiras e deu uma porcentagem para outros vendedores, que o ajudaram na distribuição do produto. E ainda ficou com o lucro. O mesmo caso ocorreu na época da copa do mundo: percebendo a demanda por bandeiras brasileiras, o funcionário comprava rendas verdes e a amarelas das cores nacionais, encomendava o serviço às costureiras, ora distribuía as bandeiras aos seus sócios, ora os contratava, ora vendia por conta própria, e no final, ficava com lucro. Ou seja, um homem humilde, assalariado, com pouca instrução, consegue entender noções básicas de economia, sem conhecer os meandros teóricos, que muitos acadêmicos são incapazes de realizar. É pior, eles são incapazes de entender.

Às vezes me perguntava onde ficaria a mais-valia, na ladainha lunática dos marxistas, neste caso e em outros? As costureiras foram “espoliadas” pelo funcionário? Os seus sócios foram “roubados”, pois não ficaram com os lucros? O funcionário não empregou trabalho algum para vender as bandeiras. Que dirá então das estrelinhas? Será o funcionário, um burguês ou um proletário? Uma vítima do capitalismo ou um explorador capitalista? Na idéia imbecil de Marx, Engels, e uma boa parte dos teóricos socialistas, o funcionário seria um explorador capitalista malvado, tão malvado quanto seus patrões. Stalin fuzilou muitos camponeses autônomos e confiscou seus pequenos lotes de terra, precisamente por praticarem a mesma coisa que meu funcionário fez. O Partido Comunista o consideraria um kulak, ainda que não tivesse nem onde cair morto, por causa de suas atividades empresariais. Em outras palavras, na visão dos comunistas, gerar empregos é uma forma perversa de exploração, para desespero dos trabalhadores.


Na melhor das hipóteses, ele seria menos criminoso, porque seu lucro seria, aparentemente, pequeno, em comparação aos grandes capitalistas. No entanto, nada mais falsa a lógica da margem de ganho do funcionário: os seus lucros proporcionais são maiores do que muitos investimentos capitalistas de grande porte. Ainda que em termos reais, os grandes empresários ganhem mais, em termos relativos, o funcionário ganha bem mais. Ademais, demonstra-se que o capitalismo, antes de concentrar renda, distribuiu renda. O funcionário assalariado ganhou, as costureiras ganharam, os vendedores ganharam e o consumidor premiou os serviços com seu dinheiro. O comprador da mercadoria também ganhou, pois suas necessidades foram satisfeitas. Este processo ocorre todo dia, e é a explicação óbvia de como o mercado, antes de empobrecer, é o mecanismo mais viável de prosperidade econômica que conhecemos.

O destino de todo capitalista é o crescimento ou a inépcia. Condenar o lucro e o crescimento da empresa é um ato tal de idiotice, que somente essa patologia é explicável, pela total alienação de uma classe acadêmica parasitária, incapaz de compreender a realidade. Da mesma forma, a idéia tola, mitológica, irrealista da divisão de classes entre assalariados e patrões não sobrevive num exame mais apurado.

Ser “dono dos meios de produção” não implica vantagens só porque é dono. Visto que “meios de produção” são também mercadorias, bens e formas de capital humano, cujos valores obedecem a utilidade e a demanda. É mais lucrativo ser executivo de uma empresa multinacional do que ser “dono dos meios de produção” de uma olaria com dois empregados. Há “donos de meios de produção” paupérrimos, como há assalariados riquíssimos. O que diferencia um e outro não é o status social de proprietário, e sim a acumulação de rendas para o conforto de cada um.

A visão marxista dos meios de produção, como elemento necessário de status social e de um valor em si mesmo, provém de uma arcaica visão mercantilista. Seria perfeitamente compreensível para um senhor feudal ou um servo crerem que as terras seriam os seus únicos sustentos, seus “meios de produzir”. A agricultura era a única atividade que conheciam e não viam a terra como mercadoria. Para um nobre, o domínio da terra era sinônimo de status, porque isso lhe dava poderes políticos. E para o camponês, era um meio de subsistência, já que não praticava outro ofício. Curiosamente, os marxistas se alimentam desse fetichismo do proprietário, para sua crítica à sociedade capitalista. E o desprezo médio que o socialista tem pelo mercado, provém desses velhos mitos medievais, a de que o comércio não gera riqueza.

O marxismo é a velha ressurreição de antigas crendices erradas sobre noções econômicas. Ele se insere em outras mitologias ainda mais patéticas do estatismo econômico, como se a propriedade fosse um fim em si mesmo. De onde provêm a idolatria do brasileiro médio por estatais falidas, senão por esse culto mercantilista de uma longínqua propriedade senhorial? Essa mesma crença diz respeito à reforma agrária e aos “latifúndios”, como se possuir grandes extensões de terra fosse sinônimo de riqueza. No interior do Pará não é incomum ver famílias de latifundiários pobres. As terras ficam ociosas por falta de investimentos e, também, por falta de compradores. Ninguém as compra, simplesmente porque ninguém lhes dá valor. Eu conheci um fazendeiro, que virou motivo de piada por quase todos os seus parentes, grandes burgueses de Belém, por comprar grandes terras na ilha do Marajó. Um sobrinho assanhado perguntou ao tio: - O senhor quer brincar de jogo de War II? Neste caso, as terras valiam tanto quanto uma fábrica abandonada ou mesmo uma mercadoria fora de validade: ou seja, quase nada!


Ademais, nem todos os empresários são "donos dos meios de produção", se isto for entendido como propriedade privada imóvel. Neste ponto, a confusão mental marxista entre propriedade e mecanismos de produção de riquezas é ainda mais grave. O funcionário assalariado, quando contrata os serviços das costureiras, é um exemplo notório, porém, há outras situações muito mais complexas. O que caracteriza o empresariado não é possuir propriedades ou indústrias e sim capitalizar e administrar rendas. Um banqueiro que aluga um prédio e capitaliza rendas em poupanças alheias, não possui a propriedade, como o próprio estoque de moedas que administra nem dele é. Um empresário agrícola que aluga terras, um outro que aluga os materiais de uma fábrica, ou mesmo um dono de lojas, cujos prédios são alugados, todos são capitalistas sem serem"donos dos meios de produção", no chavão marxista. Serápreciso lembrar que a marca da coca-cola, como bem imaterial, vale mais do que as propriedades imóveis e ativos da própria empresa? A complexa dinâmica do capitalismo defenestra Marx no lixo das idéias econômicas.

O mundo da economia, dos empresários, dos assalariados e mesmo do capitalismo, não existe na cabeça dos acadêmicos das universidades e centros culturais. É a linguagem do mundo de homens que vivem o dia a dia dos desafios da realidade, contra o mundinho inventado por personalidades fraudulentas, psicóticas, elevadas a pavões emplumados, cuja intenção não é compreender o mundo, mas, transformá-lo. Muitas vezes vivem no conforto do funcionalismo público parasitário, enquanto uma boa parte das rendas são tiradas desses empreendedores caluniados, através de impostos pesadíssimos. Quando eu falo para o meu humilde funcionário algumas noções técnicas de economia, é como se eu falasse a língua dos anjos; ou quem sabe, algumas palavras do pai de santo, num terreiro de macumba. Ele me olha desconfiado e não entende patavina do que digo. Contudo, ele entende mais de economia que muita gente da universidade. Esse meu funcionário, reacionário e explorador capitalista! 


Leonardo Bruno, publicado em:



Abraços, fiquem com Deus e sua Sabedoria, que é Cristo Jesus,

In corde Jesu, semper,
Gabriel.


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ABSURDO: 63% dos universitários brasileiros nunca leram mais que três livros  (Mídia, Política e Sociedade) escrito em sábado 07 julho 2007 21:25

* ..::MÍDIA, POLÍTICA E SOCIEDADE::.. *
Por Gabriel Vinicios

Palavras Chave: Universidade, Universitário, Faculdade, Livro, Pesquisa, Estatística, Absurdo.
                                                                               MÍDIA, POLÍTICA  E SOCIEDADE-> Por Gabriel Vinicios

E 15% SEQUER LERAM UM UNICO LIVRO
Por Gabriel Vinicios


  ´´Levantamento mostra que 15% dos universitários nunca leram um livro


Publicada em 04/07/2007 às 08h59m
Maiá Menezes - O Globo

RIO - A leitura de livros não-didáticos está fora das lições de casa da maioria dos estudantes de universidades públicas e privadas de São Paulo e do Rio. A raridade do hábito foi medida em pesquisa encomendada pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e feita pelo Instituto Toledo e Associados, segundo a reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal O Globo. Em junho, foram ouvidos mil jovens na Região Metropolitana de São Paulo, dos quais 34% não lêem com freqüência, 18% não gostam de ler e 16% lêem apenas de vez em quando.

No ano passado, pesquisa feita por técnicos do CIEE apontou problemas semelhantes no Rio: 15% dos universitários nunca leram um livro não didático, 12% leram apenas um, e 36% leram entre um e três livros.

A leitura de jornais diários também não está incluída na pauta da grande maioria dos universitários. As duas pesquisas mostram que apenas 9% dos estudantes lêem diariamente jornais depois que entram na faculdade.

A pesquisa também identificou que o acesso à internet se democratizou entre os
universitários: 90% dos que foram ouvidos têm acesso à rede.

                                                                                                                 
``

Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2007/07/04/296629395.asp


         Brasil-sil-sil-sil!!! 

         É, meus amigos. Quando eu digo que o Brasil só caminha ao buraco, poucos dão ouvidos. Como disse alguém na comunidade "Olavo de Carvalho", brasileiros e livros nunca se deram muito bem. É por isso que somos o país mais anti-americano do mundo e, de quebra, um dos mais esquerdistas. Somos a nação onde o parecer é tudo e o ser é nada. Você não precisa ser inteligente: basta parecer. Não precisa ser honesto de verdade: basta parecer. Quanto às universidades, digo o seguinte: as pessoas cursam o ensino superior não por conhecimento ou profissão, mas porque acham bonito ter o diploma. Aqui o que todos querem é ser "espertos". Ou melhor, parecer espertos. Querem lucrar em tudo, e esse "lucrar" significa dar prejuízo a outrem. Quer ser promovido na empresa? Puxe o tapete de alguém. Quer ficar rico? Vire um político e você terá passe livre para agaranhar fundos. E tudo isso, sem contar a opinião. Opinião? Sim! Brasileiro tem que ter opinião pra tudo. Desde o futebol, quando se acha capaz de dar todo e qualquer palpite que logo brota de sua mente, num legítimo peido mental, até assuntos dos quais nunca leu um parágrafo de livro. E ai de quem disser não ter um parecer formado. Imediatamente um grupinho se juntará e tentará lhe persuadir a compactuar com eles.

        Estou realmente cansado de tanta falsidade. Um país que não sabe quem foi um Mário Ferreira dos Santos, um Rui Barbosa, um Olavo de Carvalho, um Carlos Lacerda, merece é morrer no esquecimento. Os tempos de D. Pedro II já passaram e o Brasil andou pra trás. Estamos agora é na era Lula e na ditadura silenciosa da esquerda. Somente pela misericórdia de Cristo, o Verbo Divino, é que esse país se salvará da perdição.

Abraços,

In corde Jesu, semper,
Gabriel.

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